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Nascida em 24 de janeiro de 1983, às margens do rio Aranaizinho, Bréves - PA, CABOCLA RIBEIRINHA. Mudou-se para Macapá em 28 de janeiro de 1993 onde mora até hoje. Começou a escrever aos 13 anos, aos 26 lançou seu primeiro livro editora ABCDiversidade com o título "Nuas". Poeta,Crônista, Contista, Microcontista, Música, (não profissional) amante da literatura e cinema.

"É um prazer recebê-lo"

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

O meu amor é vivo
Em cada termo e no silêncio.
O meu amor é meu,
Não teu,
Não por egoísmo
Mas por viver em mim.
Esse amor que é meu
Eu te dedico
À revelia dos teus anseios
E sem nada cobrar-te,
Amo-te pelos dias
Pelas horas,
Nos devaneios
Do meu tórax,
Desse amor gigantesco
E inexaurível
Que te olha e te diz
Contraditoriamente: “Vai”

4 comentários:

  1. Nossa a quanto tempo eu não me apaixonava assim por ti a cada linha.

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  2. Dizer "vai" a esse amor é bem contraditório mesmo.

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  3. Uma forma de amor livre, porém dolorosa. A nobreza do desprendimento de ida não é mais feliz que o sentimento da volta. Lindão o texto!

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  4. Adorei, principalmente quando diz: " o meu amor é meu, não teu, não por egoísmo mas por viver em mim"... é tudo de lindo!! Parabéns amiga vc é o max!!! Angela SE!!

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