terça-feira, 6 de setembro de 2011

Em Síntese

"As coisas são o que queremos ver e também outras" (J. Lacerda)

“É amor”,
Diz a paixão
Para o momento,
E a confusão
De sentimento
Tudo acredita...
“É amor”,
Diz o ardor
Dissimulado
Mas o fim é tão volátil
Quanto o princípio.
Já bem no fim
Quase a saída
Inda se indaga:
“Será amor?”
Não!
Não é amor,
Não era amor
Instinto extinto
Em síntese.

3 comentários:

  1. A gente nega porque, às vezes, é conveniente maaaaaaaaaas, lá no fundinho, sempre se sabe.

    =*

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